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Vírus Nipah: por que o potencial de mutação acende o alerta global
O recente ressurgimento de casos do vírus Nipah (NiV) na Índia reativou os protocolos de alerta epidemiológico global. Para a comunidade farmacêutica, o patógeno representa um desafio de alta complexidade clínica e terapêutica: trata-se de um Henipavirus com taxa de letalidade variando entre 40% e 75%, para o qual ainda não existem antivirais específicos licenciados ou vacinas aprovadas para uso humano. A ausência de um arsenal farmacológico robusto coloca a ênfase na vigilâ
há 1 hora


Fiocruz valida o Quebra-Pedra e farmacêuticos terão nova arma no SUS contra cálculos renais
Todo farmacêutico já atendeu um paciente desesperado com cólica renal ou buscando "algo natural" para expelir pedras. A novidade é que o conhecimento popular está prestes a ganhar o carimbo da ciência de ponta. Pesquisadores da Fiocruz (Farmanguinhos) avançaram no desenvolvimento de um fitoterápico oficial à base de Phyllanthus niruri — o nosso popular quebra-pedra — com o objetivo de incluí-lo na lista de medicamentos do SUS. A grande diferença entre o "chazinho caseiro" e
há 6 dias


Medicamento experimental brasileiro mostra avanços em pacientes paraplégicos
O manejo clínico da Lesão Medular Traumática (LMT) sempre esbarrou em uma barreira biológica frustrante: a formação da cicatriz glial e o ambiente inibitório que impede a regeneração axonal no Sistema Nervoso Central (SNC). Contudo, a ciência farmacêutica brasileira acaba de dar um passo decisivo para superar esse dogma. Após resultados promissores em uso compassivo, onde quatro pacientes apresentaram recuperação neurológica parcial, a Anvisa autorizou o início da Fase I dos
19 de jan.
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